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Yoko Ono realiza exposição em Portugal


O Museu de Arte Contemporânea de Serralves confirmou a artista Yoko Ono vai realizar uma exposição, de nome “O jardim-escola da Liberdade”, no Porto (Portugal), no próximo mês de Abril. Segundo informações, provavelmente participará em performances. Segundo a Fundação de Serralves, os futuros visitantes podem esperar uma “vasta exposição dedicada ao trabalho da artista, onde são reunidos objetos, obras em papel, instalações, performances, gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos“.

Para o director artístico do Museu Philippe Vergne, Yoko Ono “é a cara da multidisciplinariedade artística” e “uma das mais importantes artistas internacionais“. Já o curador francês Vergne, disse que a viúva de John Lennon trouxe “liberdade a cada disciplina artística” através da “declaração política” e fez parte do “movimento artístico mais radical da segunda metade do século XX, Fluxus“.

Bob Gruen trará exposição sobre John Lennon para São Paulo


John Lennon vai ganhar exposição comemorativa de seus 80 anos de vida no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo. A mostra “John Lennon em Nova York”, por Bob Gruen, será aberta em março, ainda sem data definida. Deverá ser apresentado o acervo completo do fotógrafo, que é um dos maiores registradores de momentos clássicos e dos principais astros do Rock e Pop internacional. Em tempo: vale a pena visitar o site oficial do cara (www.bobgruen.com) e conferir dezenas de fotos incríveis feitas por ele.

50 anos do álbum Abbey Road terá exposição “Beatles Revolution” em SP


O SuperShopping Osasco celebra os 50 anos do álbum Abbey Road, dos Beatles, com a exposição “Beatles Revolution”, que traz itens originais dos membros da banda de rock mais cultuada de todos os tempos.

A lembrança do último disco gravado pelo grupo é resgatada em cerca de 300 itens de colecionador, como fotos, bonecos, miniaturas de carros, discos e ingressos de apresentações, além de um baixo autografado por Paul McCartney.

O evento ganha um toque mais especial ainda com a réplica do The Cavern Club, bar inglês onde os cantores mais se apresentaram durante toda a trajetória musical. Pockets shows, workshops e uma loja com produtos exclusivos no Brasil completam a programação, que segue até o dia 21 de abril.
“Trouxemos para Osasco a história de uma das bandas mais famosas do mundo e que conquista fãs de todas as idades até hoje com seus sucessos. É a oportunidade perfeita de reunir a família para conferir de pertinho os detalhes sobre os Beatles”, convida Carolina Bonafé, gerente de Marketing do SuperShopping Osasco.

A “Beatles Revolution” promove uma imersão pela vida da banda com oito vitrines recheadas de itens e pockets shows tributo. E as gerações mais novas não ficam de fora. Durante toda a exposição, as crianças brincam com os papers toys e montam seus próprios bonequinhos dos cantores. Além disso, todas as quintas-feiras, workshops sobre guitarras são oferecidos para os interessados em aprender mais sobre o instrumento.

A Beatles Revolution destaca os momentos mais importantes da trajetória musical de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Originalmente de Liverpool, a banda decolou após a chegada do baterista, em 1962, e segue repercutindo até hoje. Organizado por Marco Antonio Mallagoli, líder do Revolution, o fã-clube mais antigo do Brasil, o acervo é composto por peças raras e originais.

“Beatles Revolution” no SuperShopping Osasco
Data: até o dia 21 de abril
Horário: de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriado, das 12h às 20h
Pocket shows
Data: sextas-feiras, sábados e domingos, às 19h
Workshops
Data: todas as quintas-feiras, às 19h
Local: 2° Piso, em frente ao Rei do Mate
Endereço: Av. dos Autonomistas, 1.828 – Osasco – esquina com a Av. Maria Campos
Fonte: Visão Oeste

Julian Lennon: "ele não foi um bom pai"


Há muitos anos é público e notório que Julian Lennon, filho de John Lennon com Cynthia Powell, guarda muitos ressentimentos com relação ao pai. Isso foi reafirmado ao ser inquirido sobre qual a principal mensagem deixada por John: "Tem algumas coisas, na verdade. Uma, que ele não foi um bom pai. Duas, ele certamente acreditou em paz e amor, mas como eu disse antes, isso nunca chegou até mim. Então, você sabe, ele vivia sob dois pesos e duas medidas, até onde eu posso entender. Eu deixei isso para lá. Certamente, o perdoei. Consegui entender a vida que ele teve. Levou um bom tempo para eu entender isso, de verdade. Demorei para entender isso".

Julian, que atualmente tem 54 anos, está em São Paulo lançando duas exposições fotográficas na Leica Gallery: Cycle e Rock'n'roll Suite, com abertura realizada na quarta-feira, 26 de abril.

Julian Lennon mostra suas fotos em São Paulo


O mais recente trabalho fotográfico do inglês Julian Lennon, 54 anos, filho de John com a primeira mulher, Cynthia Powell, poderá ser visto a partir do dia 26 de abril na Leica Gallery, em São Paulo (SP). Batizado de Cycle, mostra uma série de imagens feitas durante uma viagem de Julian ao Sudeste Asiático.

Pela primeira vez expondo no Brasil, Julian tem na fotografia o seu mais recente interesse artístico, já que também é músico, cantor, compositor e produtor . Ele começou a fotografar em 2007, quando pegou uma câmera para documentar a turnê do meio-irmão Sean (filho de John e Yoko Ono), também músico. A primeira exposição foi em 2010, em Manhattan, com imagens da série Timeless. A partir daí, ainda produziria os trabalhos Alone e Horizon, que passaram por várias galerias dos Estados Unidos e da Europa.

Cycle é composta de 50 fotos e sua estreia foi na Leica Gallery de West Hollyood, Los Angeles, em setembro de 2016. O trabalho é focado nas pessoas que habitam as fronteiras do Mar da China Meridional, no sudeste asiático. A exposição vai até dia 26 de junho de 2017, com entrada gratuita. A Leica Gallery São Paulo fica na Rua Maranhão, 600, Higienópolis.
Fonte: Fotografe Melhor

Yoko Ono convoca mulheres à luta em exposição no Instituto Tomie Ohtake


Com um chamado para que mulheres revelem experiências dolorosas, Yoko Ono faz de sua exposição no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, uma extensão da militância feminista que exerce desde a década de 60. Na mostra O Céu Ainda É Azul, Você Sabe..., a artista incitou brasileiras vítimas de violência a enviar relatos junto a uma foto que mostrasse somente seus olhos, para compor a instalação Emergir.

A ideia é fazer o público sentir o horror da violência de gênero narrado em primeira pessoa. A peça é mais uma das muitas ações contundentes que Yoko realizou ao longo de seus 84 anos, que inclui manifestos como “Woman Power”, de 1973, música na qual brada que “uma nação de mulheres está chegando”; ou o controverso texto “The Feminization of Society”, escrito em 1972, em que afirma ser o lesbianismo uma “revolução contemporânea por meio da liberdade sexual”; ou ainda ao participar, mesmo numa cadeira de rodas, da Women’s March, que levou milhares de americanas às ruas em janeiro para protestar contra declarações machistas do presidente Donald Trump. Mas reduzir Yoko ao feminismo é pouco.

A japonesa é uma das principais criadoras ligadas a movimentos artísticos de vanguarda, como o norte-americano Fluxus. Uma performer provocadora muito antes de a sérvia Marina Abramovic transformar essa difícil representação em arte pop. A retrospectiva paulistana demonstra isso ao reunir obras que só existem com a participação dos visitantes, convidados a seguir “instruções” em trabalhos como Peça de Toque, de 1963, que sugere: “Toquem uns aos outros”. No total, são 65 criações que instigam desde ações físicas a experiências mentais que revelam a complexa personalidade de uma revolucionária que desafiou padrões. Em cartaz de 2 de abril a 28 de maio.
Fonte: Marie Claire

Yoko Ono vai expor obras no Brasil

As obras da artista nipo-americana Yoko Ono vão chegar a São Paulo no Instituto Tomie Ohtake. Intitulada Dream Come True, a mostra tem previsão de estreia entre abril e maio. A exposição fará uma grande retrospectiva da carreira de Ono, uma pioneira da arte conceitual que questionou as fronteiras tradicionais entre a obra e o público. A mostra ficou uma longa temporada no MALBA, em Buenos Aires, na Argentina.

A artista octogenária é conhecida por seu engajamento na luta feminista, dentre outras causas. Recentemente, um áudio da artista gritando em reação à vitória do candidato republicano Donald Trump viralizou nas redes sociais. A exposição dedicada a Yoko Ono concentra-se em apresentar um recorte das icônicas "instruções" da artista. Potentes tanto para a compreensão da arte conceitual, quanto para serem usadas como gatilho de reflexão, essas peças serão exibidas como textos e transpostas para suportes que pedem a participação do público, convidado a pensar em questões que concernem à arte, ao cotidiano e aos contextos políticos e sociais.

Realizadas desde os anos 1950, tais ações tornaram-se paradigmáticas de toda a sua produção, pois sintetizam seus principais interesses e lidam com diferentes esferas, do prosaico ao mais contestador. Em 2016 se completam cinquenta anos desde o momento em que Ono conheceu Lennon, em uma galeria londrina onde ela estava expondo. Entre as peças figurava uma maçã verde ou, em termos de arte conceptual, uma escultura à qual o tempo infligiria uma inexorável transformação orgânica. Mas o lado conceptual pôde menos que o fisiológico para Lennon. “Deu uma dentada na minha maçã, meu precioso objeto”, recorda Ono. “Eu não o conhecia, só depois um assistente me disse que era um dos Beatles. Naquele momento me zanguei um pouco, mas não expressei. Depois, quando penso nisso, acho incrível aquilo que ele fez”.

Lennon e Ono protagonizaram uma das histórias de amor mais icônicas do século 20. “De fato fomos uma combinação muito boa, mas fomos só um casal”, explica. “Nós o vivemos como uma coisa normal que estava acontecendo conosco. E talvez não tenha sido, provavelmente foi como um milagre”.
Fonte: BemParaná

Participe da nova exposição de Yoko Ono

Yoko Ono planeja uma exposição sobre traumas e discriminações sofridas por mulheres. O projeto se chama Arising ("Erguendo-se") e será exibido no Reykjavik Art Museum, na Islândia, a partir de 5 de fevereiro do ano que vem. Para completar o trabalho, ela pede que mulheres de qualquer parte do mundo enviem depoimentos sobre as próprias histórias da violência que sofreram.

No Facebook e na página do museu, ela anunciou: "MULHERES DE TODAS AS IDADES, DE TODOS OS PAÍSES DO MUNDO: VOCÊS ESTÃO CONVIDADAS A ENVIAR UM TESTEMUNHO DO DANO FEITO A VOCÊS POR SEREM MULHERES. ESCREVA SEU TESTEMUNHO EM SUA PRÓPRIA LINGUAGEM, EM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS, E ESCREVA O QUÃO SINCERAMENTE VOCÊ DESEJAR. VOCÊ PODE ASSINAR COM SEU PRIMEIRO NOME SE QUISER, MAS NÃO COM O NOME COMPLETO".

A artista pede também que as mulheres que queiram participar do projeto enviem uma fotografia dos olhos. Todo o material deve ser encaminhado para o email arising@reykjavik.is. Yoko não estabeleceu um prazo para o encerramento das participações, mas o museu indica que o projeto será constantemente atualizado. 

Maior exposição do mundo sobre os Beatles chega a São Paulo em agosto


Idealizada por dois produtores brasileiros em parceria com o governo inglês, mostra vai rodar o mundo
Em 2013, no Rock in Rio, o produtor Carlos Gualberto, conhecido por Branco, ajudou a criar a Rock Street dedicada, naquela edição, à Inglaterra. Ele chamou a banda cover dos Beatles All You Need Is Love para abrir o palco do local. O sucesso foi tão grande que o grupo tocou em todos os dias do evento. Nascia ali o embrião do projeto The Beatles Experience e uma parceria com o governo inglês por meio do Visit Britain (espécie de Embratur inglesa).

Depois dessa empreitada, Branco se juntou ao produtor Christian Tedesco para montar aquela que será a maior e mais completa exposição sobre os Beatles já realizada no mundo. A exposição The Beatles Experience será composta por objetos (memorabilia), inclusive itens raros da banda de Liverpool, além de recriações de locais que marcaram a carreira do grupo, que o visitante terá a oportunidade de ver por meio de tecnologias como 3D e realidade virtual.

“Vamos recriar o Cavern Club, onde os Beatles se apresentaram 292 vezes, os estúdios Abbey Road. A banda All You Need Is Love tocará em cima de um prédio virtual onde os Beatles realizaram o último show em Londres, em 30 de janeiro de 1969”, conta Tedesco.

A mostra, cuja montagem custou R$ 16 milhões, chega a São Paulo em 20 de agosto e ficará até 8 de novembro numa tenda que será montada no estacionamento do Shopping Eldorado.

O governo inglês ficou tão empolgado com o projeto que decidiu que, após estada em São Paulo, a exposição seguirá para outros países.

O curador da mostra, Ricardo Alexandre, explica que o objetivo não é somente trazer para o público informações sobre a banda. “Nossa exposição será uma experiência única, na qual o visitante terá a oportunidade de conhecer, por meio de tecnologia, os locais que marcaram a carreira dos Beatles, participando da revolução que fizeram.”